Archive for the ‘Sem categoria’ Category
10 razões para não usar Ubuntu
Um e-mail que anda circulando por ai e achei em um site de notícias, é muito engraçado…
1 – Não é possível testar antes de comprar
Como o Ubuntu é um software livre, não é possível testar antes de comprar, pois é impossível de comprar. Por isso o Ubuntu não lhe dá a oportunidade de testar o software antes de pagar.
2 – A instalação de software é fácil demais
A instalação de software no Ubuntu via Synaptic ou apt-get é muito fácil. Com o synaptic basta fazer uma pesquisa, selecionar as aplicações/bibliotecas que desejamos instalar e em poucos segundos elas estão instaladas. Simples, fácil e eficaz. As pessoas estão habituadas a fazer muitas pesquisas e muitos click’s antes do programa estar instalado.
3 – Poucos vírus e muita segurança
Linux é um sistema bastante seguro, portanto não existe a necessidade de ter um antivírus + anti-spyware + anti-adware + qualquer coisa para proteger os seus dados.
4 – Não tem software de produtividade caros
O Ubuntu não tem uma Suíte de produtividade como o Microsoft Office que custa uns R$400, portanto provavelmente não presta. O OpenOffice.org é gratuito e opensource, portanto se não se paga, não deve ser grande coisa (tal como o Ubuntu, se é gratuito não presta!).
5 – Não é possível comprar
Como já foi dito o Ubuntu é totalmente gratuito, portanto se não se paga e se até oferecem CDs do Ubuntu é porque provavelmente a ninguém quer o sistema operativo da Canonical e portanto a empresa distribui os CDs que não foram vendidos…provavelmente.
6 – Muitas aplicações gratuitas por onde escolher
Existem milhões de aplicações para Linux totalmente gratuitas e a maioria delas é opensource. São tantas as aplicações que as pessoas têm problemas a escolher aquelas que lhe agradam.
7 – Tudo bem documentado demais
A comunidade Ubuntu junta esforços para documentar todo o software e até mesmo traduzir em várias línguas. Ora se a documentação está em Português não vai prestar…pois o que é em Inglês é que é bom…
8 – Suporte gratuito e rápido
Para além da documentação, das centenas de sites/blogs/fóruns e restantes comunidades que existem para o ajudar a gerir o seu sistema operativo, existem ainda vários canais distribuídos pelas redes de IRC com pessoas dispostas a ajudá-lo em tudo o que for preciso.
9 – Muitas Interfaces por onde escolher
Apesar da maioria das pessoas pensarem que Linux ainda é um bicho de 7 cabeças e ainda é tudo por linha de comandos, o Linux permite escolher entre vários Gestores de Janelas (ex: Gnome, KDE, xFCE, etc…) e personalizar totalmente o sistema operativo. Existem muitas mais configurações possíveis para deskmod em Linux do que em macOSx ou Windows.
10 – Demasiado “Eye Candy”
Para além dos gestores de janelas disponíveis, é possível a instalação de pequenas aplicações que apesar de terem como principal objetivo tornar o ambiente “Eye Candy”, facilitam a vida de quem trabalha com várias aplicações, podendo ter vários desktops no mesmo sistema e agrupar as aplicações em cada um deles.
Fonte: http://www.oficinadanet.com.br/artigo/linux/10_razoes_para_nao_utilizar_ubuntu
XVII Dia Debian – Inhumas – Goiás
Em comemoração ao 17° aniversário do Projeto Debian, a comunidade Debian através de seus Grupos de Usuári@s (GUDs) regionais organizará o evento “XVII Dia D”. O evento tem como objetivo apresentar e divulgar o Projeto Debian por meio de palestras, oficinas, workshops, mini-cursos, hacklabs e debates. Essas atividades são destinadas tanto para pessoas que não conhecem esses temas quanto às que já conhecem e participam das comunidades.
No ano passado este evento regional foi feito na cidade de Anápolis com um público recorde em Goiás de mais de 200 pessoas. Este ano, no dia 14 de Agosto o Instituto Federal de Goiás em Inhumas sediará pela primeira vez o evento. Levantamos expectativas de em 2010 poder superar a quantidade de participantes do ano passado.”
Confira a Programação:
http://www.go.diadebian.org/index.php?option=com_content&view=article&id=54&Itemid=64
Descrição das palestras:
http://www.go.diadebian.org/index.php?option=com_content&view=article&id=55&Itemid=65
Inscrições:
São gratuitas e é pedido (não obrigatório) para que seja levado 1kg de alimento não perecível no dia do evento para que posteriormente seja doado para uma instituição filantrópica.
Detalhes em: http://www.go.diadebian.org/index.php?option=com_wrapper&view=wrapper&Itemid=67
Local e Data (com mapa):
O Dia Debian – Inhumas, acontecerá dia 14 de Agosto no Instituto Federal de Goiás – Campus Inhumas (IFG-Inhumas, antigo CEFET) localizado na Av. Universitária s/n, Setor Vale das Goiabeiras.
Detalhes em: http://www.go.diadebian.org/index.php?option=com_content&view=article&id=52&Itemid=68
Mais informações:
Debian: Mudando o diretório padrão do Desktop
Quem usa Debian deve ter percebido que dentro do seu home existe um diretório chamado Área de Trabalho.
Esse diretório é o responsável por ser o diretório padrão do seu Desktop, ou seja sempre que criamos, deletamos ou modificamos um arquivo, icone ou pasta no seu desktop estamos modificando o conteúdo dessa diretório.
Bem, até ai tudo bem mas pra quem usa muito terminal percebe um certo desconforto em ter que digitar esse nome para alguma coisa, sempre tendo que se preocupar com os espaços e com o acento. Ao menos isso me irrita muito.
Bem pra mudar esse diretório padrão do desktop basta modificarmos o arquivo responsável por definir os users dirs ou seja os diretório do usuário.
Os passos então para modificar esse diretório são
1 – Criar caso não exista o novo diretório que será definido como diretório padrão (user dir), no meu caso vou criar uma pasta chamada Desktop dentro do meu home.
$ mkdir ~/Desktop
2 – Abrir o arquivo que define os user dirs
$ vi ~/.config/user-dirs.dirs
3 – Modificar o caminho presente em XDG_DESKTOP_DIR para o caminho do novo diretório ficando assim (no meu caso)
# This file is written by xdg-user-dirs-update # If you want to change or add directories, just edit the line you're # interested in. All local changes will be retained on the next run # Format is XDG_xxx_DIR="$HOME/yyy", where yyy is a shell-escaped # homedir-relative path, or XDG_xxx_DIR="/yyy", where /yyy is an # absolute path. No other format is supported. # XDG_DESKTOP_DIR="$HOME/Desktop" #ANTIGO => "$HOME/Área\ de\ Trabalho" XDG_DOWNLOAD_DIR="$HOME/Downloads" XDG_TEMPLATES_DIR="$HOME/" XDG_PUBLICSHARE_DIR="$HOME/" XDG_DOCUMENTS_DIR="$HOME/Documentos" XDG_MUSIC_DIR="$HOME/" XDG_PICTURES_DIR="$HOME/" XDG_VIDEOS_DIR="$HOME/"
Pronto, feito isso agora basta reiniciar o seu computado.
Ao visualizar o arquivo user-dirs.dirs pode-se perceber que existem outras linhas, essa linhas indicam para outros diretórios como o de Download, Music e assim por diante.
Bem é isso.
Divirtam-se. ;D
Mysql: Guardando registros do terminal Mysql
No terminal mysql é possível que tudo o que é feito nele seja guardado em um registro, fazendo assim com que possa ter um controle do que foi executado. Para isso basta usarmos a função tee ( \T )que cria um buffer de saída, ou seja tudo que é impresso na tela será gravado no arquivo.
Para usarmos essa função basta fazer no terminal mysql logo apos de você logar o seguinte comando.
mysql> tee log.txt
Observe que utilizei o nome log.txt do arquivo, mas esse nome pode ser outro se desejar. Outra observação é o fato de que o arquivo não precisa existir, ele será criado automaticamente.
Dessa maneira, tudo o que é feito dentro do terminal será gravado ate que ele seja fechado.
Debian: Compactando e descompactando arquivos ZIP
É muito comum pra quem está começando a trabalhar com Linux se deparar com arquivos compactados.
Na internet é muito comum encontrar arquivos compactados com o formato .tar.gz, porém ainda existem muitos lugares que disponibilizam arquivos no formato zip. Isso acontece pelo fato do zip ser um formato comum aos sistemas operacionais Linux e Windows possibilitando assim que esses arquivos compactados possam ser abertos em qualquer um de esses SOs.
Vou apresentar algumas maneiras de se trabalhar com esse tipo de compactação na linha de comando, até porque no ambiente gráfico não é preciso nenhum post em blog pra explicar como utilizar.
Bem vamos começar instalando os pacotes necessarios
# aptitude install zip unzip
normalmente esses pacotes já vem instalados, mas não custa nada confirmar. =P
Com os pacotes instalados podemos começar a compactar as coisas, vamos utilizar o comando zip para isso. Mas como?
Assim
$ zip -r <nome do arquivo zipado> <conteudo que será zipado>
exemplo
$ zip -r teste.zip pasta1 pasta2 arq1 arq2
dessa maneira vamos compactar o conteúdo (pasta1, pasta2, arq1, arq2) em um arquivo chamado teste.zip. Pode-se perceber que estou usando o parâmetro -r para compactar todo esse conteúdo, esse parâmetro é responsável por compactar as pastas e todo o conteúdo interno delas, se não for usado ele vai compactar a pasta mas sem nenhum conteúdo.
Pronto, agora pode sair compactando tudo o que quiser.
E pra descompactar!!??
Basta usar o comando unzip seguido no arquivo que pretende descompactar, por exemplo
$ unzip teste.zip
pronto, todo o conteúdo compactado no arquivo teste.zip foi descompactado.
Só com isso já podemos trabalhar com os arquivos compactados no formato zip, mas há mais duas coisas que eu acho interessante apresentar.
1 - Listar os arquivos que estão compactados.
$ zip -sf <arquivo compactado>
exemplo
$ zip -sf teste.zip
2 – Compactar utilizando senha, fazendo assim com que o arquivo compactado precise de senha para descompactar. Para colocar senha basta utilizar o parâmetro -p seguido da senha.
exemplo
$ zip -r teste.zip pasta1 arq1 -p 12345
Pronto, agora você não tem mais desculpa pra precisar ir ao ambiente gráfico sempre que tiver que fazer algo com um arquivo compactado.
Depois posto como trabalhar com o .tar.gz..
Configurando o LOCALE no Debian
O LOCALE é o pacote com o idioma e codificação do sistema Linux. Em alguns casos é preciso instalar o pacote com os LOCALES e definir o padrão que será usado no sistema.
Para verificar se o LOCALE já está instalado e definido basta fazer no terminal
#locale -a
se aparecer a linha pt_BR.utf8 é porque o pacote com o idioma português (brasileiro) e a codificação utf-8 já está instalada e definida.
Caso não apareça essa linha temos que instalar esse o LOCALE.
Para isso primeiramente é preciso instalar o pacote com os LOCALES caso ele não tenha sido instalado ainda, para isso faça
# aptitude install locales
Feito isso, agora basta selecionar qual o LOCALE que você quer que seja instalado e definir o padrão, para isso basta fazer
#dpkg-reconfigure locales
aparecerá uma tela onde você vai selecionar quais LOCALES quer instalar e depois de confirmar essa parte será perguntado qual que deve ser definido como padrão.
Pronto, agora o seu sistema já está com o idioma e a codificação definida.
CSS: Usando herança com o valor INHERIT
O CSS permite o uso de herança entre os elementos “parentes” possibilitando assim que os filho herdem o estilo do pai.
Em casos de não sobrescrever o estilo padrão o estilo é herdado automaticamente pelos filhos, caso deseje forçar a herança de atributos que não se herdam automaticamente isso pode ser feito através do valor inherit no CSS.
Exemplo, temos esse código HTML
<div id="pai">
<div>Filho 1</div>
<div>Filho 2</div>
</div>
e queremos que a div pai tenha uma borda e todos as div’s filhas também tenham uma borda cada igual a do pai. O CSS ficaria assim:
div#pai { border:1px dashed black; }
div#pai div { border:1px dashed black; }
Dessa maneira teremos atingido o planejado, porém ser realmente usar herança pois tivemos que especificar o estilo para cada atributo, no caso se o estilo da borda do pai mudar precisaremos mudar o estilo do filho também. Para resolver esse problema, basta usarmos o valor inherit no estilo que queremos herdar e pronto, caso mude algo no estilo do pai o filho muda automaticamente, o novo CSS ficaria assim:
div#pai { border:1px dashed black; }
div#pai div { border:inherit; }
Com esse valor é possível usar herança de modo mais simples deixando o código mais legível e com maior manutenibilidade.
Modificando a senha do root do MySql
É muito comum que a senha do usuário root do MySql seja perdida.
Pra modificar a senha é bem simples, basta fazer, como usuário root:
# dpkg-reconfigure mysql-server-5.1
Pronto, irá aparece uma tela pedindo a nova senha de root, observe que usei mysql-server-5.1 pois a versão do meu SGBD é esse, para descobrir a versão faça antes:
# dpkg -l | grep mysql-server-
Tá ai a dica.
Boa sorte.
Backup esperto com rdiff-backup
Backup é um assunto muito apontado em qualquer meio em que os dados são muito importantes e não podem ser perdidos. Existem diversas maneiras de realizar esse processo e muitas formas de planejar o backup.
Um dos problemas encontrados na hora de planejar o backup e a grande quantidade de espaço utilizado pelos dados guardados, sejam em arquivos compactados ou de outra maneira. Para resolver isso pessoas desenvolvem scripts cada vez mais avançados e complicados.
Pensando em isso que foi criado o rdiff-backup [1], um aplicativo que realiza backup em rede sobre SSH com os mesmos incrementais.
Ou seja, além de realizar uma transferência de dados, ele realiza backup de modo a economizar recursos, já que será sempre guardado apenas o diff [2] da ultima versão feita backup.
Como funciona?
O funcionamento é bem simples, quando executado pela sua primeira vez, todo o conteúdo que será feito backup é copiado para onde será guardado o backup e será criada o diretório rdiff-backup-data. Das próximas vezes basta executar o mesmo comando realizado, pois como o conteúdo já foi copiado agora será guardada apenas o diff do versão antiga com a versão nova, e ficara guardada nesse diretório todos os diffs realizados.
E na hora de recuperar?
Na hora de recuperar, basta utilizar a própria aplicação com os parâmetros de recuperação apontando qual versão é desejado que ele já aplica o diff no pacote e retorna todo o conteúdo na versão pedida.
Como usar?
Primeiramente temos que instalar o aplicativo no sistema
# aptitude install rdiff-backup
Se for feito backup de uma maquina remota essa maquina também precisa ter o rdiff-backup instalado.
Feito isso agora basta utilizar-lo, a sintaxe do comando é
rdiff-backup [opções] [[user@server]::diretório_que_será_feito_backup] [[user@server]::diretório_onde_o_backup_será_posto]
Algumas opções são
- –include [diretório ou arquivo]
- Inclui um diretório ou arquivo no backup.
- –exclude [diretório ou arquivo]
- Não faz backup do diretório ou arquivo especificado.
- -r [data da versão]
- Faz a recuperação do backup da versão do tempo especificado, por exemplo se for da ultima versão pode-se usar now, ouse for de 3 dias atrás pode-se usar 3D.
- … consultar o manual [2]
Exemplos:
Digamos que queremos fazer um backup local do diretório /var/www para o diretório /mnt/backup, basta fazermos:
$ rdiif-backup /var/www /mnt/backup
Para recupera basta utilizar o parametro -r, vamos recuperar do diretório /var/www/wwwrestored
$ rdiff-backup -r now /mnt/backup /var/www/wwwrestored
Caso a maquina onde será feito o backup ou a que receberá o backup for remota basta utilizar a sintaxe de ususario@servidor:: antes do arquivo, por exemplo:
$ rdiff-backup fulano@servidor.com::/var/www /mnt/backup
Automatizando o backup
Para automatizar o backup usando rdiff-backup, basta criar um script que vai ser bem simples, por exemplo:
#!/bin/bash rdiff-backup /var/www /mnt/backup
e incluir esse script no crontab.
Dessa maneira, pode-se concluir que o RDIFF-BAKCUP, auxilia muito o desenvolvimento de rotinas de backup. Utilizando esse aplicativo o backup é mais simples e mais fácil de gerenciar os backup.
____
SSH sem senha usando chave pública/privada
Muitas vezes é preciso ter uma conexão por ssh sem senha, seja para desenvolver uma rotina de backup em outras maquinas ou simplesmente para facilitar a sua vida.
A conexão em outras maquinas por ssh pode ser feita sem precisar ficar colocando a senha sempre atraves de algum programa que gerencia as senhas como o Kerberos ou através de uma chave pública/privada que utilizaremos.
Considerando que já está instalado o ssh, devemos criar uma chave de autenticação RSA:
$ ssh-keygen -t rsa
será solicitado várias perguntas para gerar a senha, elas podem ficar em branco.
Tendo finalizado, será gerado dois arquivos ~/.ssh/id_rsa e ~/.ssh/id_rsa.pub, o arquivo com a chave pública é o .pub, esse arquivo precisa ser enviado para a maquina remota, para isso pode ser feito pelo comando:
$ scp ~/.ssh/id_rsa.pub user@ip:~
Após de enviar o arquivo para a maquina remota, conecte nela (pela ultima vez usando senha)
$ ssh user@ip
depois de conectado, copie a chave pública mandada para o maquina remota para dentro do arquivo de chaves autorizadas:
$ cat ~/id_rsa.pub >> ~/.ssh/authorized_keys
Depois disso, basta remover o arquivo enviado já que não será utilizado mais:
$ rm ~/id_rsa.pub
Pronto, tendo terminado todos os passo o acesso a outra maquina remota será feito sem a necessidade de colocar a senha novamente.


