Archive for julho, 2010
Torne-se faixa preta no Gmail!

O gmail é uma das ferramentas mais poderosas da Google. Mas você realmente usa tudo o que ele oferece? Marcadores, filtros e estrelas, bate-papo integrado….
O que mais eles podem me oferecer??
Para descobrir basta seguir as dicas criadas pelo Google e dentro de pouco tempo enfrente o Daniel LaRusso em uma batalha épica pelo domínio do Gmail.
Mysql: Guardando registros do terminal Mysql
No terminal mysql é possível que tudo o que é feito nele seja guardado em um registro, fazendo assim com que possa ter um controle do que foi executado. Para isso basta usarmos a função tee ( \T )que cria um buffer de saída, ou seja tudo que é impresso na tela será gravado no arquivo.
Para usarmos essa função basta fazer no terminal mysql logo apos de você logar o seguinte comando.
mysql> tee log.txt
Observe que utilizei o nome log.txt do arquivo, mas esse nome pode ser outro se desejar. Outra observação é o fato de que o arquivo não precisa existir, ele será criado automaticamente.
Dessa maneira, tudo o que é feito dentro do terminal será gravado ate que ele seja fechado.
Debian: Compactando e descompactando arquivos ZIP
É muito comum pra quem está começando a trabalhar com Linux se deparar com arquivos compactados.
Na internet é muito comum encontrar arquivos compactados com o formato .tar.gz, porém ainda existem muitos lugares que disponibilizam arquivos no formato zip. Isso acontece pelo fato do zip ser um formato comum aos sistemas operacionais Linux e Windows possibilitando assim que esses arquivos compactados possam ser abertos em qualquer um de esses SOs.
Vou apresentar algumas maneiras de se trabalhar com esse tipo de compactação na linha de comando, até porque no ambiente gráfico não é preciso nenhum post em blog pra explicar como utilizar.
Bem vamos começar instalando os pacotes necessarios
# aptitude install zip unzip
normalmente esses pacotes já vem instalados, mas não custa nada confirmar. =P
Com os pacotes instalados podemos começar a compactar as coisas, vamos utilizar o comando zip para isso. Mas como?
Assim
$ zip -r <nome do arquivo zipado> <conteudo que será zipado>
exemplo
$ zip -r teste.zip pasta1 pasta2 arq1 arq2
dessa maneira vamos compactar o conteúdo (pasta1, pasta2, arq1, arq2) em um arquivo chamado teste.zip. Pode-se perceber que estou usando o parâmetro -r para compactar todo esse conteúdo, esse parâmetro é responsável por compactar as pastas e todo o conteúdo interno delas, se não for usado ele vai compactar a pasta mas sem nenhum conteúdo.
Pronto, agora pode sair compactando tudo o que quiser.
E pra descompactar!!??
Basta usar o comando unzip seguido no arquivo que pretende descompactar, por exemplo
$ unzip teste.zip
pronto, todo o conteúdo compactado no arquivo teste.zip foi descompactado.
Só com isso já podemos trabalhar com os arquivos compactados no formato zip, mas há mais duas coisas que eu acho interessante apresentar.
1 - Listar os arquivos que estão compactados.
$ zip -sf <arquivo compactado>
exemplo
$ zip -sf teste.zip
2 – Compactar utilizando senha, fazendo assim com que o arquivo compactado precise de senha para descompactar. Para colocar senha basta utilizar o parâmetro -p seguido da senha.
exemplo
$ zip -r teste.zip pasta1 arq1 -p 12345
Pronto, agora você não tem mais desculpa pra precisar ir ao ambiente gráfico sempre que tiver que fazer algo com um arquivo compactado.
Depois posto como trabalhar com o .tar.gz..
Configurando o LOCALE no Debian
O LOCALE é o pacote com o idioma e codificação do sistema Linux. Em alguns casos é preciso instalar o pacote com os LOCALES e definir o padrão que será usado no sistema.
Para verificar se o LOCALE já está instalado e definido basta fazer no terminal
#locale -a
se aparecer a linha pt_BR.utf8 é porque o pacote com o idioma português (brasileiro) e a codificação utf-8 já está instalada e definida.
Caso não apareça essa linha temos que instalar esse o LOCALE.
Para isso primeiramente é preciso instalar o pacote com os LOCALES caso ele não tenha sido instalado ainda, para isso faça
# aptitude install locales
Feito isso, agora basta selecionar qual o LOCALE que você quer que seja instalado e definir o padrão, para isso basta fazer
#dpkg-reconfigure locales
aparecerá uma tela onde você vai selecionar quais LOCALES quer instalar e depois de confirmar essa parte será perguntado qual que deve ser definido como padrão.
Pronto, agora o seu sistema já está com o idioma e a codificação definida.
CSS: Usando herança com o valor INHERIT
O CSS permite o uso de herança entre os elementos “parentes” possibilitando assim que os filho herdem o estilo do pai.
Em casos de não sobrescrever o estilo padrão o estilo é herdado automaticamente pelos filhos, caso deseje forçar a herança de atributos que não se herdam automaticamente isso pode ser feito através do valor inherit no CSS.
Exemplo, temos esse código HTML
<div id="pai">
<div>Filho 1</div>
<div>Filho 2</div>
</div>
e queremos que a div pai tenha uma borda e todos as div’s filhas também tenham uma borda cada igual a do pai. O CSS ficaria assim:
div#pai { border:1px dashed black; }
div#pai div { border:1px dashed black; }
Dessa maneira teremos atingido o planejado, porém ser realmente usar herança pois tivemos que especificar o estilo para cada atributo, no caso se o estilo da borda do pai mudar precisaremos mudar o estilo do filho também. Para resolver esse problema, basta usarmos o valor inherit no estilo que queremos herdar e pronto, caso mude algo no estilo do pai o filho muda automaticamente, o novo CSS ficaria assim:
div#pai { border:1px dashed black; }
div#pai div { border:inherit; }
Com esse valor é possível usar herança de modo mais simples deixando o código mais legível e com maior manutenibilidade.


