Após um período de quase 12 anos, finalmente a novela chamada de StarCraft II está chegando ao seu fim. E o número de pessoas ansiosas pelo tão sonhado dia é cada vez maior. Este ano as raças Terran, Zerg e Protoss retornam aos campos de batalha do jogo de estratégia mais competitivo de todos os tempos (opinião deste blogueiro).
Nos brasileiros devemos comemorar. A notícia é muito boa pois todas as indicações levam a crer que Wings of Liberty (primeiro dos três episódios nos quais a continuação foi dividida) será lançado por aqui totalmente em português, desde a embalagem até as vozes das unidades inclusive com sincronia labial dos personagens!!!!!!! Até mesmo as placas que aparecem em alguns cenários urbanos de Wings of Liberty estarão no nosso querido português.

A Blizzard inclusive está montando um escritório no Brasil. Segundo a empresa: “O Brasil é um dos maiores mercados para a Blizzard, tanto pela grande população quanto por ser o quinto mercado de PCs do mundo”, diz Steve Huot, responsável pelas operações na América Latina.
O mercado de games no Brasil é gigantesco. De fato é muito difícil de entender o motivo das grandes fabricantes de software não investirem em nosso mercado. Você leitor pode querer usar o argumento de que a pirataria impede que investimentos do gênero sejam feitos mas o motivo da pirataria existir não seria justamente a falta desses investimentos?
Imaginem o capital que seria movido se todos os jogos do playstation fossem vendidos em português, sendo produzidos em uma filial aqui no Brasil com a qual os compradores pudessem estar em contato. Não seria possível que a existencia dessa filial favorecesse o surgimento de games totalmente “brazucas” e que dominassem nosso mercado assim como acontece no Japão? Games em português não seriam atrativos para uma fatia de mercado que não consome jogos?
Não posso responder todas essas perguntas. Não sou um analista desse mercado. Mas duvido que não exista uma verdade por traz de tudo o que disse anteriormente. Cabe a nós esperamos a boa vontade das grandes empresas de investir em um país com um mercado consumidor que no ano de 2007 era o oitavo maior do mundo e que nos próximos anos ser tornará o quinto maior.
Fonte inspiradora: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u726777.shtml

Gracias Alex, muy interesantes efierrnceas!No creo tan importante el que el gobierno rompa en pedacitos un monopolio. Lo que veo fundamental es el control pfablico y la transparencia como elementos claves. No necesito que google se parta en google1..google5, lo que sed necesito como usuario es que la gestif3n de mis datos y la seguridad de mi acceso sean milime9tricamente supervisadas por el poder pfablico; y que la permanencia del sistema al que confedo tantos datos este9 garantizada por el Estado. Si no fuera para cosas ased bfpara que9 necesitaredamos al Estado? Se habla mucho de la bondad del capitalismo para autorregularse, pero la verdad, yo cada vez veo me1s cosas negativas que no tienen mucho que ver con la bondad .Por otra parte, no me importa tanto cue1ndo vayan a morir estos monopolios y si es o no la innovacif3n quien los matare1 me importa que mientras este9n ahed, el uso que hagan de su poder sea e9tico y transparente. Que9 me1s da que el poder cambie de manos, si se va a seguir utilizando mal Un abrazo y gracias por tu intere9s y conocimientos!
Hazel thanks for your note. (LOVE The Sartorialist!!). All black is often the default colour because it’s the easier to unify (imagine an ensemble full of slightly different shades of red), it’s easy on the eyes, and the audience tends to focus more on the music than if the ensemble were wearing different colours. The problem with saying go for it, wear any colour is what one person considers stylish another will consider completely inappropriate. There there’s the issue of colour clashing. And in classical music, there are known stereotypes about what kind of dress is associated with certain types of music. Opera performers (and audiences) tend to go all out with style and flamboyance; Baroque performers (and audiences) tend not to consider fashion a big deal and are very low-key with their apparel. Ultimately, no, I don’t think ensembles should be able to wear any colour; then it looks like a rehearsal.
Once upon a time, I turned pages for Jamie when he performed the Kreutzer Sonata at a studio class. This was before I played it myself, so I was unfamiliar with the theme & variations movement. There’s one particular variation which is 2 straight pages of 16th notes, and 2 repeats. I made the mistake of glancing away from the page for a second, and discovered to my horror when I looked back that I couldn’t remember a) where we were, and b) whether we had done the repeats. I ended up half-standing & hovering for what seemed like an eternity, with Jamie kindly giving me subtle no shakes and finally a clear yes nod.Then there was the time that I turned for a friend playing in a vocal recital @ Scotiafest. He asked me at the last minute as a favour, so I accepted, forgetting that I was battling the remnants of a nasty cough. There’s nothing like being on stage and NOT BEING ALLOWED TO COUGH that will make you want to cough up a lung. I managed to get through the entire thing without once coughing during a piece, but then had a friend in the audience comment on the odd expression on my face at various times.