Linux: Instalação do driver proprietário de vídeo ATI/Radeon em Linux

Alguns laptops vêm com uma placa de vídeo dedicada, ou seja, fora a placa de vídeo integrada, há outra placa de vídeo. Este tutorial serve para instalar o driver de vídeo proprietário em GNU/Linux.

Primeiro, identifique o driver que está na seu sistema:

$ lspci

Depois, vá ao site da AMD para baixar o seu driver de interesse.

Execute o arquivo *.run que você baixou do site. Supondo que o arquivo que você baixou está em /home/$USER/Downloads, execute como super-usuário ou usando sudo:

# bash amd-driver-installer-*

ou

$ sudo bash amd-driver-installer-*

 

Siga as instruções que aparecerem e ao final reinicie seu sistema operacional.

Até 11 de Março de 2012, não consegui realizar uma instalação bem sucedida no Ubuntu 12.04 Beta. Sempre ao reiniciar, o driver não consegue executar a interface gráfica do Lightdm.

Eventos: Festival Latino-Americano de Software Livre

É com grande prazer que anuncio que o FLISOL Goiânia será novamente realizado na Universidade Federal de Goiás.

O FLISOL é o maior evento de divulgação de Software Livre da América Latina. Ele acontece desde 2005 e seu principal objetivo é promover o uso de software livre, apresentando sua filosofia, seu alcance, avanços e desenvolvimento ao público em geral.

O evento em 2012, será dia 28 de abril. Mais informações no site do FLISOL.

Linux: Instalar Java da Oracle com acesso ao site do Banco do Brasil

Os usuários ficaram órfãos desde quando as distribuições baseadas em Debian(Ubuntu, Mint, etc) tiraram os pacotes da Máquina Virtual Java fornecidos pela Sun e agora pela nova proprietária, a Oracle.

Quem não tinha instalado a máquina virtual antes, teve dificuldades em acessar sites que executam a base de applets(Banco do Brasil, etc) já que as máquinas virtuais alternativas apresentavam certos problemas de compatibilidade na execução desses aplicativos web.

O objetivo desse post é instalar o ambiente Java da Oracle com suporte aos navegadores mais utilizados pelos usuários Linux, Mozilla firefox e Google Chrome.

Baixe a versão do Java para a arquitetura do seu sistema operacional pelo link, não baixe o executável rpm.

Supondo que o arquivo que você baixou e o arquivo foi salvo no diretório Downloads, mova para /usr/local:

# mv ~/Downloads/jre* /usr/local

# cd /usr/local

Execute o script de instalação do java

# bash jre-6u31-linux-*

O próximo passo é criar os links simbólicos das bibliotecas compartilhadas:

# ln -s /usr/local/jre1.6.0_31/lib/i386/libnpjp2.so /usr/lib/mozilla/plugins/

no caso de você ter baixado o executável para a arquitetura i386 ou

# ln -s /usr/local/jre1.6.0_31/lib/amd64/libnpjp2.so /usr/lib/mozilla/plugins/

no caso de amd64.

Se você também quiser acessar através do Google Chrome, basta criar o diretório plugins e criar o link no diretório /opt/google/chrome/plugins/ :

# ln -s /usr/local/jre1.6.0_31/lib/{i386,amd64}/libnpjp2.so /opt/google/chrome/plugins/

Feche o navegador em questão e abra-o novamente.

Fonte: http://www.thiagosiqueira.com.br/?p=261

Linux: Apagando a senha da BIOS

Quando comprei meu netbook Megaware, a primeira coisa que coloquei foi a senha da BIOS. Minha intenção era proteger minha máquina para evitar acessos intrusos e outras coisas.

Esse passo tornou a máquina mais segura já que nem eu mesmo conseguia me lembrar qual senha tinha colocado.

Dias atrás me deparei com uma ferramenta interessante. Ela se chama cmospwd. Ao instalar a ferramenta, digite no terminal, como super-usuário:

cmospwd -k

Logo após digite “1″ e reinicie sua máquina e coloque outra senha para a BIOS.

Vemos que a segurança da senha da BIOS está na limitação de quem sabe usar a ferramenta e do acesso de outras pessoas a um terminal de comando com acesso ao super-usuário, dada a facilidade de resetar a senha da BIOS.

Linux: Configuração de um servidor Git com cliente Sparkleshare

É comum, em projetos de desenvolvimento de aplicações, a utilização de um versionador de arquivos. O Git, desenvolvido ninguém menos que Linus Torvalds, é um dos mais usados pela sua praticidade, facilidade, forma otimizada de executar, etc.

Nesse contexto, o Sparkleshare vem sendo desenvolvido para ser uma alternativa open source de um famoso utilitário de armazenamento remoto, o Dropbox. Utilizando o Git como backend, o Sparkleshare adiciona, remove, modifica arquivos, guardando as versões anteriotes para que sejam utilizadas quando necessário.

Nesse post mostraremos como configurar um repositório Git remoto e utilizar o Sparkleshare como cliente. O host onde o repositório ficará guardado deve obrigatóriamente ter um servidor SSH rodando e as ferramentas Git necessárias para criar um projeto.

No servidor remoto crie um projeto Git:

$ mkdir SparkleShare

$ cd SparkleShare

$ mkdir projeto.git

$ cd projeto.git

$ git init –bare

Para configurar o cliente vamos instalar o Sparkleshare  e configurar a conexão com o servidor remoto.

Em Debian e distribuições baseadas execute o seguinte comando como super usuário:

# aptitude install git-core gtk-sharp2 gtk-sharp2-examples gtk-sharp2-gapi intltool libglade2.0-cil-dev libglib2.0-cil-dev libmono-dev libmono-profiler libmono0 libndesk-dbus-glib1.0-cil-dev libndesk-dbus1.0-cil-dev libwebkit1.1-cil libxml-libxml-perl libxml-namespacesupport-perl libxml-sax-expat-perl libxml-sax-perl mono-1.0-devel mono-1.0-gac mono-1.0-service mono-2.0-devel mono-2.0-service mono-complete mono-csharp-shell mono-devel mono-jay mono-mcs mono-utils mono-xbuild monodevelop monodoc-base monodoc-browser monodoc-gtk2.0-manual monodoc-manual prj2make-sharp gtk-sharp2 monodevelop mono-devel libndesk-dbus1.0-cil-dev libndesk-dbus-glib1.0-cil-dev python-nautilus git-core intltool gvfs gvfs-bin python-gtk2-dev openssh-client liblog4net1.2-cil libltdl-dev libnotify-cil-dev libtool libwebkit-cil-dev nant

Baixe o tarball da última versão disponível para GNU/Linux, descompacte e compile o código-fonte:

# wget -c –no-check-certificate https://github.com/downloads/hbons/SparkleShare/sparkleshare-0.2.4.tar.gz

# tar xvf sparkleshare-0.2.4.tar.gz

# cd sparkleshare-0.2.4

# ./configure –prefix=/usr

# make

# make install

O cliente está instalado. Antes de executa-lo, nós devemos configurar a conexão entre cliente e servidor onde está o repositório.

Para isso, execute como usuário simples, por questões de segurança:

$ ssh-keygen -t rsa

Aceite as configurações padrões e digite a senha que for pedida e nós teremos gerado nossa chave pública e privada.

No servidor remoto, pegue o conteúdo da chave pública gerado na sua máquina local e insira no arquivo .ssh/authorized_keys ou envie com o seguinte comando:

$ ssh-copy-id usuario@servidor-remoto

Ná maquina local executaremos o cliente:

$ sparkleshare start

Digite o nome e o e-mail. Note que será gerado uma chave pública, mas como outra chave gerada já foi enviada ao servidor remoto, não há necessidade de se preocupar com ela.

No campo “On my own server”, digite o usuario@ip-da-maquina.

No campo “Folder” digite o caminho completo, desde o diretório raiz (/), de onde está localizado o repositório Git, “/caminho/para/o/repositoriogit.git”. Clique em Finalizar.

Fontes:

[1] – http://leandrotoledo.com.br/2011/07/09/sparkleshare-uma-alternativa-livre-do-dropbox/

[2] – http://www.makeuseof.com/tag/sparkleshare-great-open-source-alternative-dropbox-linux-mac/

[3] – http://monteirobrena.wordpress.com/2010/03/05/utilizando-o-git-como-repositorio-remoto/

[4] – http://www.taiar.com.br/blog/2011/02/08/como-configurar-um-servidor-de-repositorios-git/